Lojas
A camiseta é uma só no cadastro. P, M, G e GG têm código e saldo próprios, e podem ter preço próprio. Quando o M acaba, você sabe, sem contar peça por peça na arara.
Assinatura mensal ·Condição especial de lançamento →

Um cadastro · quatro saldos
Leituras da operação
GradeCódigo e saldo por variação
OrçamentoConverte em venda
CrediárioEntrada e parcelas
O caminho de uma venda de loja
01
Você cadastra a peça: nome, preço, descrição. Depois adiciona as variações: P, M, G, GG. Cada uma carrega o próprio código de barras e o próprio saldo. O preço pode ser o mesmo do produto ou diferente por variação.

02
Monte o lote e imprima em folha A4 ou bobina. A etiqueta sai com o código da variação, que é o que o leitor precisa ler para o saldo cair no lugar certo. Se o produto não tem código, o sistema gera um válido.
03
Uma tecla abre a consulta de preço: o caixa continua livre, nenhuma venda é aberta. E a consulta mostra cada variação como uma linha, com o saldo de cada tamanho ao lado do preço.
04
Proposta no nome do cliente, com validade e condições de pagamento, para ele pensar e voltar. Ela não some e não vira venda sozinha, e enquanto isso nada saiu da prateleira.
05
Ao converter, a venda é criada de verdade, com os mesmos itens e os mesmos preços, e é nesse momento que o estoque baixa. A venda guarda de onde veio: “esta venda veio do orçamento”, com link para a proposta.
Grade
A tela avisa em letras claras: este produto vende só pelas variações, o estoque de cada uma se ajusta nela mesma. É a diferença entre ter grade e ter dez produtos parecidos com nomes diferentes.
Cada variação tem controle de estoque próprio, independente do produto depois de criada. E quando ela não tem código de barras, o sistema gera um código válido e confere que ninguém mais no catálogo está usando.
O rótulo da variação é um campo livre: “M”, “42”, “M Azul”. Você monta como faz sentido para a sua loja.

Variações · rótulo, código de barras, preço e saldo por tamanho
Orçamento
O orçamento é documento próprio: cliente, itens, prazo de validade, total e condições. Você imprime ou manda para o cliente.
A lista mostra o que está aberto, o que já foi convertido e o que passou da validade. O orçamento vencido continua no histórico, identificado pela data de validade.
Depois de convertido, o orçamento não é cancelável: a venda já existe.
Crediário
A forma de pagamento a prazo transforma a venda em título a receber no nome do cliente. A partir daí a conversa deixa de ser “quanto ele me deve mesmo?” e passa a ser uma tela.
Entrada mais parcelas, vencimento mensal no mesmo dia ou em intervalo fixo, e você pode ajustar a data de uma parcela específica. Juros e multa por atraso são política da loja, configurada uma vez. Vencidos aparecem destacados.
É o controle de quem deve e quanto. Não é banco. O sistema não emite boleto nem cobrança bancária registrada.
Por trás da operação
O mesmo Home Gestão que atende o caixa cuida do catálogo, do dinheiro e de quem pode o quê.
O QUE ENCALHOU
Você escolhe o corte, sem giro há 30, 60, 90 dias, e o relatório lista quem está abaixo dele. A curva ABC mostra onde o capital da loja está concentrado.
O QUE VOLTOU
A venda original nunca é alterada: a devolução é um evento próprio, com a data de hoje. E o sistema não deixa devolver mais do que se vendeu, mesmo quando o cliente volta duas vezes.
A devolução não emite nota. Quando a venda teve NFC-e, a nota se resolve fora do sistema.
EQUIPE E ACESSO
Papéis definem quem cancela venda, quem fecha o caixa, quem lança entrada e quem vende a prazo, que numa loja raramente é todo mundo.
Acessos individuais e permissões por papel.
Fiscal
A NFC-e (modelo 65) sai direto da venda, para o consumidor final. A NF-e (modelo 55) atende a venda para empresa. As duas ficam consultáveis, com XML e DANFE para baixar.
Requer certificado digital A1 (.pfx) do CNPJ da empresa. NFS-e ainda não está disponível.
Perguntas do ramo
Cada variação é uma linha com rótulo livre: “M”, “M Azul”, “42”. Não existe uma matriz que cruze tamanho e cor automaticamente: você monta as variações como faz sentido para a sua loja, e cada uma vira uma linha com código de barras e saldo próprios. Na implantação a gente vê isso junto com o seu catálogo.
Sim, e é isso que faz o saldo cair no tamanho certo. Se a peça já vem com código do fabricante, você informa. Se não vem, o sistema gera um código válido e confere que nenhum outro produto do seu catálogo está usando aquele número.
Vira venda de verdade: cria a venda no caixa, mantém os mesmos itens e os mesmos preços, e é nesse momento que o estoque baixa. A venda fica marcada com a origem, “esta venda veio do orçamento”, e o orçamento passa a constar como convertido. Depois disso ele não é mais cancelável.
A venda a prazo vira título a receber com entrada e parcelas, vencimento e baixa quando o dinheiro entra. Juros e multa por atraso são política da loja, configurada uma vez. É o controle de quem deve e quanto. O sistema não emite boleto, carnê nem cobrança bancária registrada.
São duas operações: a devolução da peça, registrada sem devolver dinheiro, e a venda nova do tamanho certo. O estoque volta na variação devolvida e sai na vendida. Não existe uma tela de “troca” que faça as duas de uma vez, e a devolução não emite nota fiscal.
Não. O Home Gestão é online e precisa de conexão para operar. Seus dados ficam disponíveis nos dispositivos autorizados e sincronizados pela nuvem.
NFC-e (modelo 65) para consumidor final e NF-e (modelo 55) para venda a empresa, direto da venda. Requer certificado digital A1 (.pfx) do CNPJ da empresa.
Mostramos o sistema com a sua grade, o seu orçamento e o seu crediário. Sem compromisso.